segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

As Férias chegaram finalmente!!! (17-08 a 28-08-2015)

Já estavamos ambos a desesperar por férias, na última semana de trabalho já entrávamos e saíamos a horas :) (coisa rara).
Este ano decidimos passar as férias de Verão com a nossa família, na primeira semana fomos para o Algarve (Quarteira) com os meus pais e o meu irmão, cunhada e afilhada (era a primeira vez que iam ao Algarve). Conseguimos arrendar um apartamento num condomínio, com piscina, relva, grelhador para passarmos uma boa semana de descanso, tranquilidade e alegria!!!!
E assim foi...


Na segunda semana fomos para Castelo Branco, para a terra do meu João. Já tínhamos combinado que nessa semana tínhamos que ir conhecer uma das mais belas Aldeias Históricas de Portugal: Sortelha.
Foi uma óptima semana, o tempo ajudou (não estavam temperaturas muito altas, de calor), conseguíamos andar a passear na rua durante o dia, e à noite dormíamos bem  :). Aproveitamos para ir à cidade, tomar cafézinho falar com familiares que já não víamos, nem falávamos há algum tempo, para provar bons petiscos... Num dia, lá fomos de carro pela A23 sentido Covilhã para visitarmos Belmonte e Sortelha.

Belmonte fica a cerca de 70km de Castelo Branco, é uma vila onde nasceu  e está sepultado Pedro Álvares Cabral, que descobriu o Brasil. Esta pequena vila, é muito rica em histórias. É uma vila com uma forte ligação à comunidade judaíca. Tivemos oportunidade de ver um antigo bairro judaíco, todo ele em granito e uma sinagoga.

Em Belmonte pudemos ir a três museus muito interessantes (ficou um por ver, o do Azeite, mas assim teve que ser para podermos ir a Sortelha). Fomos ao Museu Judaíco, ao Museu dos Descobrimentos, Ecomuseu, que mostra como nasce e desagua e a importância do rio Zêzere.

Castelo de Belmonte




Interior do Castelo :)
Sinagoga
Vista de Belmonte



Loja de Antiguidades



quinta-feira, 23 de julho de 2015

Feira Internacional de Lisboa Artesanato 2015

Este fim de semana fomos à Feira de Artesanto (04-07-2015), na FIL onde pudemos apreciar o artesanato nacional (e não só) e os petiscos da cozinha Portuguesa. Em cada "barraquinha" era um entusiamo crescente: no primeiro pavilhão, logo a começar era a broazinha de milho com queijinho e doce de chila, ou com chouriço (de Pampilhosa da Serra), eram as malas de cortiça e decoradas com padrões típicos de Viana do Castelo, eram os caderninhos de receitas e agendas forrados com tecidos tradicionais de diversas zonas do nosso país, eram os bordados de Castelo Branco, de Guimarães, (etc), eram os cavaquinhos de Braga, as velas e sabonetes artesanais. No segundo pavilhão, tínhamos o artesanto intencional e as tasquinhas, onde pudemos provar a "pinguça", típica da zona de Arouca, Alvarenga, não resistimos em comprar os deliciosos pastéis de tentugal, o doce de ovos, de Aveiro, os maranhos, uma morcela para provar em casa. Mais uma "viagem" pela nossa terra...

sexta-feira, 3 de julho de 2015

Ilha da Madeira (26 a 29 de Junho, de 2015)


Aterramos no Aeroporto da Madeira, por volta das 9h30m, o entusiasmo era mais que muito, levantamos o nosso carrito e lá fomos à descoberta dos tesouros da ilha...

Sentímos a diferença climática em relação à do continente. Temperaturas a rondar os 20º - 22º, clima tropical agradável, passando pelas 4 estações à medida que se atravessava a ilha de uma ponta à outra.

Primeira paragem, Ponta de São Lourenço, que fica na parte, extrema, oriental da ilha, na zona do Caniçal e Machico.. Uma zona seca, com trilhos para fazer (Vereda da Ponta de São Lourenço) e com uma beleza de parar e ficar apenas a observar, durante longos minutos. Na primeira hora o céu estava solarengo, no entanto passado algum tempo foi ficando encoberto e cinzento, mas nada de desanimar.


Ponta de São Lourenço

Depois arrancamos para Ribeiro frio, paragem para almoço no restaurante o "Faisca" onde provámos a famosa poncha regional e o prego em bolo do caco com manteiga de alho. 
Recomendamos vivamente o local, não só pela boa comida, mas também pela simpatia dos funcionários e pelas paisagens que rodeiam a zona. Ficamos tão satisfeitos que após o almoço fizemos a levada dos Balcões (de apenas 3km), que nos levou ao Miradouro dos Balcões.
É certo que o tempo noblado e chuvoso não nos permitiu ter a vista deslumbrante esperada, no entanto o trilho feito ao longo de toda a levada era magnífico, pela vegetação e sentir a humidade e cheiros da floresta Laurissilva (floresta húmida subtropical) e ouvir os passarinhos (na sua maioria melros).



Levada dos Balcões


A explorar a levada
Próxima paragem, Santana, para visitar as famosas casinhas em forma de triângulo e cobertas por palha. Tivemos a oportunidade de aí comparar bananas para "forrar o estômago" e devo dizer que eram divinais.




Santana


O cansaço já se apoderava de nós, mais em uns de que em outros, e acordamos regressar a casa, fizemos umas compras, tendo nos apercebido que os sacos plásticos na Madeira não eram cobrados...
Preparamos o jantar e recuperamos as horas de sono que perdemos no dia anterior.


No segundo dia da nossa viagem,  exploramos a zona do Funchal e subímos ao Monte (no teleférico) para aproveitar mais uma vista fantástica sobre a ilha e ver os carreiros do monte e os carros de cesto e apreciar a beleza dos jardins envolventes. 
No Funchal, passeamos numa das ruas mais antiga da cidade, a rua de Santa Maria, onde podemos ver portas pintadas artisticamente, que pela informação que obtivemos faz parte do projecto "arte portas abertas", em que portas de lojas e casas abandonadas ganham vida, sensibilizando a população e espalhando arte e cultura. No mercado do Funchal (Mercado dos Lavradores) ficamos maravilhados com tantas cores e sabores, nunca antes vimos tanta variedade de maracujás, fruta que sabia a maracujá e laranja ao mesmo tempo. E o peixe fresquinho tinha óptimo aspecto...

Mercado dos Lavradores - Funchal

Mercado dos Lavradores - Funchal

Arte numa das portas da Rua de Santa Maria

No terceiro dia de viagem, percorremos toda a ilha desde Cabo Girão, São Vicente, Seixal (onde vímos o Véu da Noiva) , Porto Moniz (piscinas naturais) , Farol do Pargo, Paúl do Mar, Calheta, onde em todos estes locais podemos usufruir de paisagens de cortar a respiração, o bom tempo permitiu-nos ter vistas deslumbrantes sobre toda a ilha, podemos ouvir ainda mais os passarinhos, dar um mergulho numa praia no Seixal, de areia negra muito boa e provar os petiscos mais apreciados: provamos os filetes de peixe espada com fruta, os filetes de truta salmonada, as lapas, o arroz de marisco. Voltamos a comer prego no bolo do caco :) e provamos a Nikita, uma bebida tradicional da Madeira, feita de gelado (de vários sabores), açucar, rodelas de ananás, e uma bebida alcoólica, como o vinho branco e/ou a cerveja branca, sendo todos estes bem misturados até ficar cremoso. Para essa mistura usa-se, normalmente, o pau da poncha.
É uma bebida típica de Câmara de Lobos, mas que é popular por todo o arquipélago.

Alguns locais atrativos ficaram por visitar como o Curral das Freiras, Pico Ruivo e o Pico do Areeiro, motivos que, com certeza nos levarão novamente a esta ilha linda!

O meu mais que tudo a ver a vista do Cabo Girão

Porto Moniz

Paúl do Mar

Cabo Girão

Cabo Girão

São Vicente

Véu da Noiva

Praia do Seixal

Um dos últimos dos Miradouros visitados - Paúl da Serra. <3